quarta-feira, 14 de março de 2012

Abracadabra

Em 2006 eu morei na Alemanha com uma amiga e uma prima, muito queridas.
Por lá eu ganhei um apelido carinhoso, que derivava do meu sobrenome - já que todos me chamavam assim.
Abracadabra, ou só Abra.
Eu adorava.
Há uns 4 meses essa amiga que hoje em dia é uma grande amiga, me convidou para realizar parte da cerimônia de casamento dela. Emocionadíssima, desliguei o telefone e fui para aula de cabala. Chegando lá, não pude acreditar. O tema inicial da aula era uma explicação filsófica/cabalística sobre uma palavra que já tinha um sentido muito emocional pra mim... e que naquele momento se preencheu de significado.
Achei tudo tão legal, que decidi dividir aqui também.
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Abracadabra

Do aramaico significa "Eu crio ao falar". Ou seja, eu sou o autor daquilo que eu falo, e o principal: eu tenho força para transformar isso em realidade.

E com o privilégio de estar aqui, com a magia mais linda, com a energia mais encantadora, com a coincidência mais poética, transformo os meus votos - e o de todos, em realidade. 
ABRACADABRA.
Uma vida inteira de felicidade. De alegria - afinal de contas, alegria é a melhor coisa que existe. 
É o estágio mais potencial do ser humano.
De cumplicidade. De boas escolhas. De harmonia. De intimidades.
De evoluções constantes e revoluções doces.
De saúde, muita saúde.
De descobertas, conversas, trocas, construções.
De lealdade - porque a lealdade é. Construída com muito respeito e entendimento.
De amor. Porque, apesar de e sempre muito.

Nana, André
O que vocês estão construindo aqui, nesse momento, é grandioso. é sublime. A energia que vocês estão cintilando é intensa, é uma das construcoes mais lindas, mais importantes e mais sonhadas que a humanidade tem.
Esse laço vai percorrer gerações e gerações. E vcs são os autores dessa história. Vocês são os donos dessa história. E tem em si mesmos a energia mais poderosa do universo, o Amor.
Então, que esse amor prevaleça - em todos os momentos. Essa é principal premissa - e talvez deva ser a única. 
Que cada ação una esse sentimento ao pensamento, como diria Vinícius sobre Carlos Lyra.

Guardem essa energia no coração, pois de lá ninguém tira. Se amem, se curtam, se respeitem, se emocionem. Driblem a rotina, os limites, as vulnerabilidades de cada um, os desafios que hão de ser doces, mas serão desafios - e construam em estruturas sólidas de amor, respeito e fé a história de vocês. Por que ser feliz, porque e apesar de, tenham certeza, esse é o verdadeiro milagre da vida.
Pois é naquele banco de praça que vocês vão enfeitar daqui a muitos anos, com rugas cheias de expressao e mãos dadas, quem sabe durante a versão mais moderna que o escangalha possa oferecer, que vocês contarão para os seus netos histórias sobre uma jovem formiga maratonista e um gatinho de olhos azuis que amava um bom chope no Veloso.
Duas pessoas que fizeram da arte do encontro, Abracadabra: uma poesia para a vida inteira.
Compartilho o desejo e a bênção dos pais de vocês:
"Nessa nova estrada que vocês vão percorrer, levem na bagagem a nossa bênção e o nosso amor.
Nunca se esqueçam de onde vocês vieram nem o quanto são amados.
Sejam muito felizes, nós também seremos."
Amém. Mazel tov.
 

A Dama de Ferro também veste Prada.


Sobrou uma quinta à noite solitária na semana passada e lá fui eu para o cinema. Sala Vip, melhor esquema do mundo: mantinha, mega poltrona, pipoca e silêncio. O eleito foi a Dama de Ferro.
Já tinha ouvido críticas bem humanas sobre uma montagem confusa. Mas é a Meryl Streep, eu precisava ver no que aquele camaleão tinha se transformado dessa vez.

A verdade é que ela não se transformou, ela simplesmente parece que não existe. Feito alma, que transita pelas vidas, Streep é para mim uma das atrizes mais completas e admiráveis. E assim como uma simples essência capaz de dar vida, perde a forma para habitar cada corpo, cada personagem, que lhe é atribuído.

Um show incontestável a parte.
O filme? Não consegui ter uma boa opinião formada. E o fato da Meryl Streep ser genial nos deixa assim, meio confusos, sem saber se gostou ou não do filme. A montagem é complicada e o roteiro se perde. Parece que o roteirista e o diretor brigaram, e no meio disso tudo prevaleceu a diva com seu maquiador incrível, capazes de sustentar o que tavez pudesse ter sido um desastre. Muito embora, preciso dizer, destilar a vida pessoal de um ícone como ela era materia prima para Picasso nenhum botar defeito. #incoformada.
Mas Streep faz sua dedicação e disciplina brilharem, e isso de uma maneira tão incrível que eu consegui ver em Tatcher (por Streep) um pouco (ou talvez muito) de Miranda Priestly. Não, não estou falando de traços da atriz, pequenos vícios corporais, nada disso. Estou falando de duas personalidades marcadas por trajetórias repletas de decisões difíceis, renúncias e angústias. Vidas pessoais abdicadas em nome de conquistas históricas. Momentos de arrependimentos, de questionamentos profundos, de inseguranças “irreveláveis”, de fragilidades, de solidão. 
Julgadas pela moral, pelo social – ainda que imprescindíveis.
Certas ou erradas, fizeram o que tinha que ser feito. Deram a cara – e a vida – a tapa. Enfretaram e seguraram firme quando o julgamento alheio poderia ter acabado com suas histórias. E talvez more aqui uma linha bem tênue entre o bom e o ótimo, o geral e o único, o inteligente e o gênio. Uma linha tênue, mas dura. Que muitos conhecem, mas poucos convivem. E quem diria, Streep arrebata e singulariza, talvez enfrentando suas próprias linhas tênues e duras.
Mas, essa é uma obra de ficção. 
Qualquer semelhança com a sua vida é mera coincidencia.

Será?

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Duelo

Teoria I e II. Se não me falha a memória, o sobrenome do professor era Rosa. Tardes intermináveis que hoje lamento profundamente não ter aproveitado tanto. Mas lembro bem de discussões sobre como a vida te trouxe até aqui e como você vai daqui para frente. Não vou lembrar dos pensadores, mas lembro bem da expressão “as grades da sociedade”. É, era a melhor parte da faculdade e eu achava que bom mesmo seriam as aulas de photoshop.
Vi Black Swan esse final de semana, e não consegui parar de pensar nisso tudo. Essa dualidade humana: aquilo que o mundo te criou para ser e aquilo que você realmente é - mas que fica preso nas tais grades. E o grande combate interno, as escolhas mais sangrentas, mais viscerais... Para ser o que ainda nem se sabe direito o que se é. Um labirinto de espelhos, uma loucura obsessiva e um medo indescrítivel de si mesmo. O cisne branco é ela mesma. Boa filha, boa moça, boa técnica. O negro, aquilo que ela ainda nem sabe que pode ser., e que se perde tanto para encontrar... Se permitiu ser tão tolida, tão polida, que se apavora diante do espelho. 
Thomas, o professor, é um gênio e poeticamente a própria vida - que nos seduz, nos induz e nos cobra evoluções, descobertas, e muita, muita personalidade. “Perfeição não significa apenas controle, mas também se soltar. Surpreender a si mesma, a plateia...” Arrebata o mestre da vida.
Perfeição é personalidade além da regra, além da técnica, além daquilo que é certo e errado. Personalidade única, aquela que é só sua, que é genuína, que te faz escolher a história da sua vida, que te faz dançar além da técnica, numa beleza estonteante, que tem defeito e acerto misturado numa mesma moral, numa mesma ética, num mesmo queen swan... Mas que te faz humano, e não alguém que vai se desculpar tanto quanto Nina.
Libertar-se de si mesmo/transformar-se em si mesmo é caricaturizado, como tudo no filme. 
O processo... poetizado, necessário, irrefutável. Mas quando a passagem é difícil, todas as dificuldades se acabam.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Bailão


Estou com esse post “engasgado” há um tempinho, então vamos lá. Quem esteve comigo nos últimos dois meses com certeza me ouviu ou me “leu” falando sobre o Bailão do Ruivao, último cd (imperdível) do Nando Reis.
Quando ouvi no carro do meu irmão, achei surreal de bom. Fui na loja e advinhem, depois de muitos e muitos anos sem fazer isso, comprei não somente um, mas dois cd’s – um era presente de amigo oculto.
Coloquei no carro e desde então nunca parou de tocar. Fiquei pensando na fórmula. Sim porque hoje em dia é raro esse processo de comprar um cd – quem dirá dar um de presente. A internet, os downloads, o itunes (...) enfim, estamos diante de um mudança completa de paradigmas - mas talvez não de interesse. Talvez estejamos passando por uma transmutação de comportamentos humanos.
A gente continua se interessando por musica boa, ué. Antes a gente comprava um cd e ficava “refém” daquele CD por causa de duas ou três musicas (e com certeza uma delas tinha bombado na novela!). Aí veio o Mr Apple, a Sra Internet e pronto: cd virou coiso do passado. E sempre que essas discussões surgiam eu ficava pensando: mas como é que esse povo vai fazer pra ganhar dinheiro agora?
Caipira, né?
E então soluções começaram a aparecer (ou a serem reveladas) e eu considero isso um verdadeiro case de adaptação de comportamentos a novos habitats. Os comportamentos mudaram por que os status quo mudaram (ou seria o inverso?), mas os interesses permanecem os mesmos. Então, para sobreviver, basta resgatar a essência do interesse e potencializar sua relevância. Claro, você pode baixar as musicas do CD do Nando Reis, mas o CD INTEIRINHO é bom. Não sai mais em conta comprar o cd? Hein? Repare na malandragem: o cara fez um Cd inteirinho bom. Se livrou de qualquer vaidade (“você vai comprar por causa de duas musicas mas vai acabar ouvindo todas as outras 12 por que meu som é irado”) e pronto: se comportou como o público atual queria e virou sucesso hype. As mídias podem ser novas, mas o interesse humano é essencial. Se adaptar é só uma questão de potencializar o importante e eliminar o dispensável. Seja num cd, seja num produto, seja na vida.

Aprendendo um pouco sobre planejamento

Três meses é tempo suficiente de muita coisa acontecer. De outubro para cá me vi absolutamente mergulhada no Meeting, que é o evento mais importante do Grupo Águia. Requer radiografias exatas e inexatas, sensibilidade, criatividade, e muito, muito planejamento. Os minutos são cronometrados e o status quo, sagrado. Por diversas vezes me vi sugada por esse teclado para contar algumas ideias, alguns palpites e alguns planos. Mas como tudo era surpresa, me segurei. Mas prometo que muito dos bastidores serão contados aqui ainda – mesmo depois de mais de um mês.
No meio disso tudo, elaboração dos Business Plans de todas as empresas do Grupo. O Comitê Gestor do Grupo acompanha de perto a elaboração.
Natal, Réveillon, Temporada. E ah, claro: um pouco de vida pessoal que esse ano fica ainda mais especial.
Esse turbilhão aflora um planejamento mais íntimo. E depois de pensar muito sobre tudo isso, cheguei a conclusão que a minha obsessão por planejamento não é um mero hábito profissional: é um DNA ancestral de todo e qualquer capricorniano. Crianças capricornianas deveriam ser proibidas de fazer listas ou planinhos de esconderijo para não estimular essa obsessão.
Brincadeira, gente.
Mas falando sério, tive que reconhecer esse traço da minha personalidade de uma maneira diferente. Na minha vida pessoal, às vésperas de um grande evento, eu sou capaz de fazer listas de tudo e até planilha para docinhos. Isso não pode ser normal.
Então hoje, depois de uma sessão de acupuntura, relaxei um pouco. E num descuido, me coloquei a prova. Para quem minha alma está programada para ser? Não, eu não enlouqueci. Mas pára para pensar. Quem tem um pouco mais de carga dramática como eu, tende a questionamentos desse porte em momentos cruciais da vida. Não é uma questão de decisão profissional ou algo mais pontual. É no geral. É sobre suas atitudes, seus planos de vida, sobre você exclusivamente. Então me vi quase fazendo uma listinha do que eu queria ser, ou do que eu sou – esse papo já está confuso. Foi então que lembrei do meu blog sobre planejamento. E da minha astróloga.
Fui nela uma vez só, em dezembro. Minha homeopata foi incisiva, tive que ir. E no meio de tudo, ouvi algo que tive que concordar: "pare de querer planejar (ta, não foi beeem essa a palavra que ela usou) tudo. Você tira a ordem divina da ordem. Deixe as coisas tomarem seu curso natural." Pausa para respirar.
Hoje eu aprendi um pouco sobre isso. Com algo que paradoxalmente me questionou sobre o que eu quero ser quando crescer (talvez aceitar o fato que eu já sou bem grandinha??). E cá estou, num blog sobre planejamento, falando sobre planejamento de vida, para dizer que talvez isso tudo seja urgente, mas não importante. Importante deve ser a vida e seus minutos inexatos, onde um sorvete cai, suja a camisa e todo mundo ri; um anuncio é aprovado as pressas e quase não entra, mas que no fim das contas acaba ficando super bem colocado e todo mundo ri; onde a coisa fica confusa, mas se você manter a fé, os valores e a cabeça erguida, tudo vai dar certo, sabe? Uma vida que talvez mude todas as respostas, o tempo todo, para que a gente pare de procurá-las e simplesmente as encontre nos meandros mais invisíveis – para quem sabe nossa alma ser exatamente aquilo que está programado para ser.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Comer, Rezar e Amar - quem comunica melhor?

Depois de terminar de ler “Travessuras”, emendei de maneira bem confusa “Comer, Rezar e Amar”. Confuso seria, verdade, mas pela primeira vez na vida, senti a frustração que tantos comentam ao ver filmes baseados em livros queridos. Certas fantasias definitivamente precisam ser preservadas.
Frases soltas, quase parágrafos, permeiam a narrativa e dão estrutura, poesia e beleza. Julia Roberts incorpora cada gesto que imaginei, e o refeitório do ashram chega a ter as cores que passaram pela minha cabeça ao ler aquelas linhas.
Mas de uma maneira geral, os momentos mais intensos, mais pertubadores, mais questionadores (…), esses parecem maquiados, amenizados – quase como se o público não fosse dar conta de tanta miséria humana que nós mulheres somos capazes de, inexplicavelmente, sentir.
As transmutações de Liz no livro conseguem ter mais detalhes e nos prover mais sentimentos, do que cenas un passant de seus dias em cada lugar. A Itália tem o desafio dela não se apaixonar pela primeira vez na vida – e isso passa completamente desapercebido. Como assim? É a primeira vez na vida que ela precisa ficar somente com ela mesma! A cena no banheiro, bem no começo do filme, pedia pelo menos cabeçadas no chão, tamanho desespero de perguntas sem resposta. E tudo que a telona revela são lágrimas muitíssimo bem fotografadas. A índia então, nem se fala. Richard do Texas é extremamente mais intenso, muito mais do que se vê por lá. E ela? Ela então é um turbilhão, uma catarse, que se tivesse sido retratada com um pouco mais de dignidade, teria feito muita gente sair de lá sem a impressão de ter assistido mais um blockbuster. Mergulhos que nem todos dão conta, verdade. Bali, pelo que me lembro, não tem muito mais mesmo. A intensidade da paixão, do medo de amar novamente, os ensinamentos de Ketut… ela muito mais centrada, encontrada. Ficamos na medida com Bali.
Ok, eu sei que o filme é “baseado” no livro. Que o processo envolve pessoas, direcionamentos, palpites, etc. Mas meu ponto é pela essência de um livro. Pela essência dos pontos mais fortes e transformadores, esses não pdoeriam passar batido. Chego a pensar que talvez o rebuliço seja muito particular, de um universo muito meu, e que seria mais uma vez pretensão demais achar que o filme deveria se basear no que eu achei importante. Será? Afinal de contas, o livro está ali: o que ele nos faz sentir é metade dele, metade nosso, não é mesmo? 
No fim das contas, tudo parece uma sobreposição de mini histórias que, para quem leu o livro, poderia ter sido muito melhor contada. Existe uma máxima que eu adoro: a história só vira história quando é contada. E dessa vez quem contou melhor pra mim foi o Sr. Livro, sem a menor dúvida.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Comunicação Sustentável

Sempre fui completamente avessa a folhetos. Essa peça sempre foi a ferramenta mestre do turismo mundial, a premissa básica do conhecimento do produto. Mas para mim, sempre foi um entulho, com todo o respeito aos folhetos mais consagrados do mundo.
Em tempos de sustentabilidade, o mundo descobre incontáveis novas maneiras de se comunicar com relativos e surpreendentes novos “custos-benefício”. A mobilidade, os comportamentos, as mídias, tudo está se reestabelencendo inusitada e dinamicamente. O importante é encontrar no seu próprio DNA, novas ideias. Essa sim é a premissa básica para estabelecer um contato que possa ser sustentado ao logo do tempo.
Esses dias estamos participando de uma feira de turismo, a ABAV. Nosso estande segue um perfil cada vez mais sério e profissional. E cada vez menos estimulo a criação de folheterias infindáveis sobre o eterno pretexto da venda insaciável.
Por causa disso, revisitamos antigas peças para reinventar nossa maneira de comunicar.
A primeira foi para o nosso Projeto Águia Verde, que visa a possibilitação da compensação de carbono emitido durante a sua viagem. A gente lançou durante a Copa e hoje todo “viajante” pode realizar a compensação  referente ao carbono emitido durante as suas viagens. Aqui você encontra o link para isso. E como é um link, bastava apenas comunicar o canal – uma vez que o próprio canal comunica o conceito por si só. O resultado eu conto na semana que vem, mas só a iniciativa já valeu.




Nossa outra ação nesse sentido foi para uma empresa do grupo chamada Consolida, que como o nome já diz, é uma consolidadora de passagens aéreas. Está se lançando agora no mercado e por isso, consideramos que uma excelente oportunidade de contato e troca seria exatamente este momento na Abav. Um folheto? Nem pensar. Só o cartão de visita? Pode ser. Mas que tal ampliar os relacionamentos e ouvir o que o mercado quer falar? Bolamos então um cartão de visita com um link exclusivo para uma pesquisa de mercado, tendo como objetivo primordial, iniciar um bom relacionamento com o trade a partir de muita transparência. Também conto o resultado na semana que vem.



De toda forma, o importante foi ter respeitado regras básicas de sustentabilidade, perenizadas na simples escolha do material. O resultado concreto disso é uma percepção que ainda leva tempo para ser estruturada, a partir de passos interligados e bem planejados, rumo à visão mais essencial de toda empresa.